Um curso sobre autoridade bíblica e origens, com professores do Answers in Genesis: de onde veio a ideia de uma Terra de milhões de anos, por que ela não nasceu das rochas, e como responder às objeções mais comuns contra Gênesis.
Durante cerca de mil e oitocentos anos, a igreja leu Gênesis como história: seis dias de criação e um dilúvio global no tempo de Noé. Há aproximadamente dois séculos isso mudou — não por uma descoberta nas camadas de rocha, mas por um novo conjunto de pressupostos sobre como o passado deveria ser explicado.
O curso percorre essa história e mostra o que está em jogo: a autoridade final. Ou as Escrituras, ou a opinião falível de homens que examinam o passado a partir de pressupostos que excluem Deus antes da primeira observação.
O debate não está no nível das rochas. Está no nível dos pressupostos usados para interpretá-las.
Boa parte da confusão sobre origens desaparece quando se percebe que "como algo funciona" e "como algo veio a existir" não são a mesma pergunta — nem se respondem pelo mesmo método. Não é ciência contra religião: é cosmovisão contra cosmovisão.
Experimentos observáveis e repetíveis, em ambiente controlado, para entender o funcionamento do universo presente.
Método histórico-legal: testemunho ocular confiável, quando disponível, somado à evidência observável, para reconstruir o passado não observável e não repetível.
A didática que organiza toda a cosmovisão bíblica — da criação à consumação. E o ponto que o curso sustenta: os quatro primeiros estão historicamente fundamentados em apenas onze capítulos de um único livro.
Deus cria os céus, a terra e tudo o que neles há — e tudo era muito bom.
A queda de Adão introduz pecado, sofrimento e morte na criação boa de Deus.
O dilúvio global: juízo e, ao mesmo tempo, salvação por meio da arca.
Babel, a dispersão das línguas e a origem dos diferentes povos.
O Filho de Deus entra na criação e vive a obediência que Adão não viveu.
Ele toma sobre si a corrupção do seu povo e ressuscita, vencendo a morte.
Novos céus e nova terra, quando Deus dirá "muito bom" outra vez.
Os quatro primeiros C's estão em Gênesis 1–11.
O curso reconstrói, nome por nome, como a geologia passou a operar sob a regra de que apenas processos naturais presentes podem explicar a história da Terra.
Estabelece a regra de que a história do globo deve ser explicada somente pelo que se observa acontecer no presente — excluindo, de antemão, a criação e o dilúvio.
Propõe uma sucessão de catástrofes ao longo de eras incontáveis para explicar os fósseis da região de Paris.
Defende que as mudanças geológicas sempre foram lentas e graduais — e escreve, a um amigo, que desejava libertar a geologia de Moisés.
Teoria do intervalo, teoria dia-era, dilúvio global tranquilo, dilúvio local — e, por fim, a leitura de Gênesis 1–11 como mitologia.
Leva consigo o primeiro volume de Lyell. Anos depois, reconheceria em carta o quanto sua própria obra nascera daquelas ideias.
Os geólogos bíblicos desaparecem de cena e a acomodação torna-se majoritária na igreja — com consequências que o curso acompanha até o século XX.
Aqui o curso sai da geologia e toca a teologia. Se as camadas de rocha e os fósseis que elas contêm se formaram ao longo de eras antes de Adão, então doença, câncer, espinhos e carnificina já faziam parte da criação que Deus declarou muito boa — e a morte deixa de ser consequência do pecado.
O curso trabalha essa tensão com casos concretos do registro fóssil: o predador fossilizado no ato de matar, ossos com sinais de câncer e artrite, espinhos preservados em rocha. Se tudo isso é anterior à Queda, a esperança de uma nova criação "muito boa" perde o sentido que as Escrituras lhe dão.
O ataque não foi dirigido à cruz, mas ao fundamento que explica por que a cruz é necessária.
Boa parte do curso é dedicada às objeções que realmente aparecem na conversa, na sala de aula e no aconselhamento.
As dimensões bíblicas, o volume real da embarcação e a diferença entre "espécie" no sentido moderno e o termo hebraico usado em Gênesis mudam inteiramente a conta.
Apêndice, cóccix, sisos e as nadadeiras da baleia deixaram de ser exemplos de "restos inúteis" à medida que suas funções foram sendo descobertas.
A origem do número, o que foi de fato comparado e o que análises mais amplas do genoma indicam.
Três perguntas que devolvem a objeção ao seu próprio fundamento — porque acusar algo de mal pressupõe uma lei moral universal, e uma lei universal pressupõe um legislador.
O que acontece quando esses métodos são aplicados a rochas cuja idade já conhecemos — e quais suposições sobre o passado todo método de datação precisa assumir.
Quatro frentes que se sustentam: cosmovisão, apologética científica, história das ideias e geologia do dilúvio.
As quatro perguntas existenciais — origem, sentido, moralidade e destino — e por que a resposta à primeira determina as outras três. Os 7 C's da História e a autoridade final das Escrituras.
Do Big Bang à árvore da vida: onde o modelo depende de hipóteses. Resposta a órgãos vestigiais, embriões de Haeckel, homologia e à comparação genética com o chimpanzé.
O termo hebraico traduzido por "espécie" e o modelo das famílias criadas; seleção natural como perda de variabilidade. E a teodiceia: o mal, a morte como misericórdia e as crianças no dilúvio.
Ciência de operação e ciência de origem; Hutton, Cuvier e Lyell; os pressupostos do naturalismo uniformitarista; as acomodações da igreja e seus frutos ao longo de dois séculos.
A defesa bíblica do dilúvio global; a arca e os animais; fósseis de sepultamento rápido; dobramento de camadas; fósseis polistrato; e o que ocorre quando a datação é testada em rochas de idade conhecida.
Não exige formação em ciências: o curso conduz do fundamento ao aprofundamento, explicando os termos técnicos conforme aparecem.
Para pregar Gênesis com convicção e responder à objeção antes que ela chegue ao púlpito.
Para preparar quem enfrenta essas perguntas na escola e na universidade.
Para entender a história das ideias que moldou o debate sobre origens.
Para quem sempre ouviu que é preciso escolher entre a Bíblia e a ciência.
Palestrante, escritor e pesquisador do Answers in Genesis. Antes disso, vinte e seis anos de trabalho missionário, a maior parte no Leste Europeu.
Diretor do Answers in Genesis para a América Latina. Ministra e debate em universidades, articulando teologia, filosofia e ciência.
Você tem 7 dias para acessar o curso e avaliar se ele é para você. Se não for, basta solicitar e o valor é devolvido integralmente.
As aulas são gravadas e ficam disponíveis em plataforma. Você assiste no seu ritmo, pausa e retoma de onde parou quando quiser.
Não. O curso parte do fundamento e avança gradualmente, explicando os termos técnicos conforme aparecem. Serve tanto a quem ensina quanto a quem apenas deseja entender melhor o debate.
Não. A proposta é apologética no sentido bíblico: dar razão da esperança com mansidão, entendendo os argumentos do outro lado antes de responder — e sempre apontando para o evangelho.
O investimento é de R$ 59,90 em pagamento único, com liberação imediata do acesso após a confirmação.