SIBIMADefesa da Fé em Gênesis Quero me inscrever
SIBIMA · Curso livre

E se os milhões de anos nunca tivessem sido uma descoberta científica?

Um curso sobre autoridade bíblica e origens, com professores do Answers in Genesis: de onde veio a ideia de uma Terra de milhões de anos, por que ela não nasceu das rochas, e como responder às objeções mais comuns contra Gênesis.

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anos de leitura literal de Gênesis na igreja
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anos desde a virada geológica
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C's da História, a espinha do curso
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anos de tradição do SIBIMA
A questão central

A ideia não veio das rochas. Veio dos óculos usados para olhá-las.

Durante cerca de mil e oitocentos anos, a igreja leu Gênesis como história: seis dias de criação e um dilúvio global no tempo de Noé. Há aproximadamente dois séculos isso mudou — não por uma descoberta nas camadas de rocha, mas por um novo conjunto de pressupostos sobre como o passado deveria ser explicado.

Vede que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo.Colossenses 2.8

O curso percorre essa história e mostra o que está em jogo: a autoridade final. Ou as Escrituras, ou a opinião falível de homens que examinam o passado a partir de pressupostos que excluem Deus antes da primeira observação.

O debate não está no nível das rochas. Está no nível dos pressupostos usados para interpretá-las.

A distinção que muda tudo

Duas perguntas diferentes exigem dois tipos de ciência.

Boa parte da confusão sobre origens desaparece quando se percebe que "como algo funciona" e "como algo veio a existir" não são a mesma pergunta — nem se respondem pelo mesmo método. Não é ciência contra religião: é cosmovisão contra cosmovisão.

Ciência de operação

Como as coisas funcionam

Experimentos observáveis e repetíveis, em ambiente controlado, para entender o funcionamento do universo presente.

  • Biologia, química, física, engenharia
  • Pesquisa médica e tecnologia
  • Pode ser testada e repetida hoje
Ciência de origem

Como as coisas vieram a existir

Método histórico-legal: testemunho ocular confiável, quando disponível, somado à evidência observável, para reconstruir o passado não observável e não repetível.

  • Geologia histórica, paleontologia, cosmologia
  • Arqueologia e investigação criminal
  • Depende de pressupostos — de todos os lados
A estrutura do curso

Os 7 C's da História

A didática que organiza toda a cosmovisão bíblica — da criação à consumação. E o ponto que o curso sustenta: os quatro primeiros estão historicamente fundamentados em apenas onze capítulos de um único livro.

1

Criação

Deus cria os céus, a terra e tudo o que neles há — e tudo era muito bom.

2

Corrupção

A queda de Adão introduz pecado, sofrimento e morte na criação boa de Deus.

3

Catástrofe

O dilúvio global: juízo e, ao mesmo tempo, salvação por meio da arca.

4

Confusão

Babel, a dispersão das línguas e a origem dos diferentes povos.

5

Cristo

O Filho de Deus entra na criação e vive a obediência que Adão não viveu.

6

Cruz

Ele toma sobre si a corrupção do seu povo e ressuscita, vencendo a morte.

7

Consumação

Novos céus e nova terra, quando Deus dirá "muito bom" outra vez.

Os quatro primeiros C's estão em Gênesis 1–11.

A origem da ideia

Os homens, as datas e as decisões que reescreveram o passado.

O curso reconstrói, nome por nome, como a geologia passou a operar sob a regra de que apenas processos naturais presentes podem explicar a história da Terra.

1795

James Hutton

Estabelece a regra de que a história do globo deve ser explicada somente pelo que se observa acontecer no presente — excluindo, de antemão, a criação e o dilúvio.

1812

Georges Cuvier

Propõe uma sucessão de catástrofes ao longo de eras incontáveis para explicar os fósseis da região de Paris.

1830

Charles Lyell

Defende que as mudanças geológicas sempre foram lentas e graduais — e escreve, a um amigo, que desejava libertar a geologia de Moisés.

1804–1838

As acomodações na igreja

Teoria do intervalo, teoria dia-era, dilúvio global tranquilo, dilúvio local — e, por fim, a leitura de Gênesis 1–11 como mitologia.

1831

Darwin embarca

Leva consigo o primeiro volume de Lyell. Anos depois, reconheceria em carta o quanto sua própria obra nascera daquelas ideias.

1850

A virada se completa

Os geólogos bíblicos desaparecem de cena e a acomodação torna-se majoritária na igreja — com consequências que o curso acompanha até o século XX.

O que está realmente em jogo

Se houve morte por milhões de anos antes da Queda, o que exatamente Deus chamou de "muito bom"?

Aqui o curso sai da geologia e toca a teologia. Se as camadas de rocha e os fósseis que elas contêm se formaram ao longo de eras antes de Adão, então doença, câncer, espinhos e carnificina já faziam parte da criação que Deus declarou muito boa — e a morte deixa de ser consequência do pecado.

O último inimigo que há de ser aniquilado é a morte.1 Coríntios 15.26

O curso trabalha essa tensão com casos concretos do registro fóssil: o predador fossilizado no ato de matar, ossos com sinais de câncer e artrite, espinhos preservados em rocha. Se tudo isso é anterior à Queda, a esperança de uma nova criação "muito boa" perde o sentido que as Escrituras lhe dão.

O ataque não foi dirigido à cruz, mas ao fundamento que explica por que a cruz é necessária.

Apologética aplicada

Você sai do curso sabendo responder — não apenas discordar.

Boa parte do curso é dedicada às objeções que realmente aparecem na conversa, na sala de aula e no aconselhamento.

—"Não cabiam todos os animais na arca."

As dimensões bíblicas, o volume real da embarcação e a diferença entre "espécie" no sentido moderno e o termo hebraico usado em Gênesis mudam inteiramente a conta.

—"Órgãos vestigiais provam a evolução."

Apêndice, cóccix, sisos e as nadadeiras da baleia deixaram de ser exemplos de "restos inúteis" à medida que suas funções foram sendo descobertas.

—"Somos 99% iguais ao chimpanzé."

A origem do número, o que foi de fato comparado e o que análises mais amplas do genoma indicam.

—"Se Deus é bom, por que existe o mal?"

Três perguntas que devolvem a objeção ao seu próprio fundamento — porque acusar algo de mal pressupõe uma lei moral universal, e uma lei universal pressupõe um legislador.

—"A datação radiométrica prova a idade da Terra."

O que acontece quando esses métodos são aplicados a rochas cuja idade já conhecemos — e quais suposições sobre o passado todo método de datação precisa assumir.

O conteúdo do curso

O que você vai estudar

Quatro frentes que se sustentam: cosmovisão, apologética científica, história das ideias e geologia do dilúvio.

Cosmovisão · Joe Owen

Criação ou evolução: por que isso importa

As quatro perguntas existenciais — origem, sentido, moralidade e destino — e por que a resposta à primeira determina as outras três. Os 7 C's da História e a autoridade final das Escrituras.

Apologética · Joe Owen

O modelo naturalista e suas evidências

Do Big Bang à árvore da vida: onde o modelo depende de hipóteses. Resposta a órgãos vestigiais, embriões de Haeckel, homologia e à comparação genética com o chimpanzé.

Criação e corrupção · Joe Owen

O pomar bíblico e o problema do mal

O termo hebraico traduzido por "espécie" e o modelo das famílias criadas; seleção natural como perda de variabilidade. E a teodiceia: o mal, a morte como misericórdia e as crianças no dilúvio.

História das ideias · Dr. Terry Mortenson

Milhões de anos: a origem não científica da ideia

Ciência de operação e ciência de origem; Hutton, Cuvier e Lyell; os pressupostos do naturalismo uniformitarista; as acomodações da igreja e seus frutos ao longo de dois séculos.

Geologia · Dr. Terry Mortenson

O dilúvio de Noé varrendo os milhões de anos

A defesa bíblica do dilúvio global; a arca e os animais; fósseis de sepultamento rápido; dobramento de camadas; fósseis polistrato; e o que ocorre quando a datação é testada em rochas de idade conhecida.

Para quem é

Para quem precisa responder — e para quem ainda tem perguntas.

Não exige formação em ciências: o curso conduz do fundamento ao aprofundamento, explicando os termos técnicos conforme aparecem.

Pastores e pregadores

Para pregar Gênesis com convicção e responder à objeção antes que ela chegue ao púlpito.

Professores e líderes de jovens

Para preparar quem enfrenta essas perguntas na escola e na universidade.

Seminaristas e estudantes

Para entender a história das ideias que moldou o debate sobre origens.

Cristãos com perguntas sinceras

Para quem sempre ouviu que é preciso escolher entre a Bíblia e a ciência.

Quem ensina

Professores do Answers in Genesis

Dr. Terry Mortenson
História das ideias e geologia

Dr. Terry Mortenson

Palestrante, escritor e pesquisador do Answers in Genesis. Antes disso, vinte e seis anos de trabalho missionário, a maior parte no Leste Europeu.

  • Doutorado com pesquisa sobre os geólogos bíblicos do século XIX
  • Coeditor de Coming to Grips with Genesis e Searching for Adam
  • Conferencista em dezenas de países
Joe Owen
Cosmovisão e apologética

Joe Owen

Diretor do Answers in Genesis para a América Latina. Ministra e debate em universidades, articulando teologia, filosofia e ciência.

  • Ensino dos 7 C's da História
  • Apologética aplicada à questão das origens
  • Atuação direta na América Latina
A inscrição

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Curso completo

Defesa da Fé em Gênesis

  • Aulas em vídeo, no seu ritmo
  • Professores do Answers in Genesis
  • Material de apoio em PDF
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Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas

Como são as aulas?

As aulas são gravadas e ficam disponíveis em plataforma. Você assiste no seu ritmo, pausa e retoma de onde parou quando quiser.

Preciso ter formação em ciências ou teologia?

Não. O curso parte do fundamento e avança gradualmente, explicando os termos técnicos conforme aparecem. Serve tanto a quem ensina quanto a quem apenas deseja entender melhor o debate.

O curso ensina a atacar quem discorda?

Não. A proposta é apologética no sentido bíblico: dar razão da esperança com mansidão, entendendo os argumentos do outro lado antes de responder — e sempre apontando para o evangelho.

Quais são as formas de pagamento?

O investimento é de R$ 59,90 em pagamento único, com liberação imediata do acesso após a confirmação.

Que a sua confiança nas Escrituras comece na primeira página — e não apesar dela.