Israel em Foco conduz o estudante pelos costumes, símbolos e festas do povo bíblico — a chave cultural que aproxima a leitura daquilo que o autor sagrado, sob inspiração, quis de fato revelar.
Todas as aulas ficam gravadas em plataforma exclusiva. Você assiste no seu ritmo, pausa e retoma de onde parou — no notebook em casa ou no celular no caminho da igreja.
Começar agora por R$ 39,90No livro de Atos, o procônsul Gálio recusa-se a julgar uma questão entre judeus: não conhecia a cultura, os nomes nem a Lei daquele povo, e sem esse conhecimento não poderia decidir com justiça. Diante do rei Agripa, ao contrário, o apóstolo Paulo se alegra em defender-se — porque Agripa conhecia os costumes e as questões dos judeus.
A lição atravessa os séculos e alcança a sua leitura da Bíblia. A Palavra foi revelada dentro de uma cosmovisão judaica — no Antigo e no Novo Testamento. Sem essa chave, corre-se o risco de ler o texto com olhos que não são os do autor, e perder camadas inteiras de significado que estavam ali o tempo todo.
Israel em Foco devolve a você a chave cultural que o texto pressupõe.
Você passa a identificar os elementos de cultura e costume que definem o sentido original do texto, aplicando o método histórico-gramatical com mais segurança.
Passagens que você lê há anos ganham profundidade quando vistas pela ótica judaica — do ciclo da vida às festas de Levítico, dos símbolos às profecias.
Você reúne o preparo para apresentar o Messias prometido nas profecias do Tanach — e, preparado para testemunhar ao judeu, estará preparado para testemunhar a qualquer um.
Um estudo diacrônico: passamos pelos livros da Bíblia destacando onde a cultura e os costumes do povo de Israel são a chave para interpretar o texto.
Por que conhecer a cultura e os costumes do povo bíblico é a chave para interpretar o texto — e as duas palavras que guiam todo o curso: cultura e costumes.
A circuncisão e a aliança (Brit Milá), a maioridade religiosa (bar mitzvah), o casamento, a morte e o luto — e o que cada rito revela sobre o texto bíblico.
O conceito de eternidade nas Escrituras e o significado bíblico da menorá, da mezuzá, do talit e do tsitsit, do tefilin, do kipá, da estrela de Davi e do shofar.
O quarto mandamento como identidade de Israel, seus símbolos e sua prática — e a relação entre o descanso sagrado do sétimo dia e o domingo cristão.
A origem da sinagoga no cativeiro, sua estrutura e seus objetos — e o mapa da literatura sagrada: Mishná, Guemará, Talmud, Targum e Midrash.
Levítico 23 na prática: Páscoa, Pães Asmos, Primícias e Pentecostes — como Israel as celebrava e o que cada uma aponta a respeito do Messias.
A continuação de Levítico 23: Trombetas, Yom Kippur e Tabernáculos — o significado profético que atravessa o calendário sagrado de Israel.
Purim e a leitura de Ester: a providência de Deus nos bastidores e a raiz histórica do antissemitismo.
O nascimento do Estado de Israel (1948) e o Dia de Jerusalém (1967) — a história recente lida à luz da profecia bíblica.
Tishá b'Av, Hanuká e Simchat Torá — o luto pelos templos, o milagre da dedicação e a alegria da Torá. E, ao final, as profecias messiânicas: o testemunho aplicado.
Ela não tocou em qualquer lugar: alcançou o tsitsit, a franja que simboliza a Palavra de Deus, e dobrou os joelhos — o gesto de quem reconhece o Messias. E o texto guarda um paralelo exato: doze anos de hemorragia, contra os doze anos da menina à beira da morte, a idade da maioridade religiosa. Uma vida se esvaindo, outra começando — e o Senhor operando nas duas.
Páscoa: a morte do cordeiro. Pães Asmos: a vida sem pecado. Primícias: a ressurreição no primeiro dia da semana. Pentecostes: o nascimento da igreja. O que parecia "calendário do povo judeu" revela-se a agenda de Deus, apontando para o Messias muito antes de sua vinda.
Ele não discutia com os doutores da Lei por ser um menino prodígio. Discutia porque, aos doze, alcançava a maioridade religiosa — e com ela o direito de falar, ser questionado e responder na Torá. Uma cena lida por séculos, com um sentido que só a cultura revela.
Israel é o relógio profético de Deus. E Jerusalém são os seus ponteiros.
Israel em Foco não trata apenas do Israel antigo. Estuda também a nação de hoje — e como acontecimentos verificáveis do século XX e XXI dialogam com o que os profetas escreveram há milênios.
Não exige conhecimento prévio de hebraico: o curso conduz do fundamento ao aprofundamento, com o texto bíblico sempre à mão.
Para levar ao púlpito uma exegese com lastro cultural e histórico.
Para ensinar as raízes hebraicas do texto com segurança e profundidade.
Para complementar a formação com a chave que muitos cursos deixam de fora.
Para quem já percebeu que lê com lentes ocidentais e quer ler por dentro.
Mestre em Estudos Judaicos pela Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo (USP), com um segundo mestrado em Teologia em conclusão. Há anos leva o testemunho do Messias ao povo judeu em São Paulo e conduz caravanas de estudo a Israel.
Não é um pastor opinando sobre Israel. É um estudioso formado na academia e na vivência, ensinando o que pesquisa e testemunha.
Você tem 7 dias para acessar o curso e avaliar se ele é para você. Se não for, basta solicitar e o valor é devolvido integralmente.
São 10 aulas em vídeo, gravadas e disponíveis em plataforma. Você assiste no seu ritmo, pausa e retoma de onde parou quando quiser.
Não. O curso é conduzido do fundamento ao aprofundamento, sempre com o texto bíblico à mão. Serve tanto a quem ensina quanto a quem apenas deseja ler a Bíblia com mais profundidade.
Sim. Além das aulas, você recebe a apostila de estudo em PDF para acompanhar e revisar o conteúdo.
Você tem 1 ano de acesso ao curso a partir da inscrição, para assistir às aulas e revisar o conteúdo no seu ritmo, quantas vezes quiser.
O investimento é de R$ 39,90 em pagamento único, com liberação imediata do acesso após a confirmação.